About Me . |
Said Sadly , 23
Americana,SP, Brazil
All ye lovers
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:: Sábado, Julho 14, 2007 ::
A Sina do Romântico
Prólogo
Era assim: não tinha medo ou vergonha de falar. Criado em ambiente silencioso - até pela constante ausência dos pais, workaholics -, sempre ele quem fazia o barulho da casa. Sentia-se incumbido de preencher qualquer vazio, qualquer distância.
Adorava todos os tipos de manifestações culturais. Mais que expectador, queria se expressar. E conseguia...
Jovem, muito entusiasta dizia que seu propósito era advogar em nome de todas as coisas. Seu negócio era romantizar. Simpático à poesia, transformava qualquer fato corriqueiro numa bela estória; qualquer feito seu, era épico.
Uma vez sua avó - que ajudava a criá-lo (e contê-lo) -, viajou. Parentes distantes, viagem de uma semana. Transtornado, descrevia aos mais próximos como fora a partida da avó. Os amigos já estavam acostumados e nem davam muita corda ao garoto. Os menos íntimos ficavam preocupados, já acreditando que 200 km justificavam aquele drama. Perguntavam:
_ Ela volta ?
_ Como promete o batedor em batalha, e como a ave que migra buscando calor e sustento, me lançou à angústia da espera, com suas breves palavras de “Já volto.”
_ É vó materna?
_ Muito. - respondia, baixando a cabeça.
Todos os chegados eram habituados ao jeito de ser daquele orador. O problema era alertar o resto do mundo...
::by Kallil 6:27 PM::
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:: Terça-feira, Maio 08, 2007 ::
TROCANDO EM MIÚDOS
Chico Buarque
Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim!
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas de amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
O enorme prazer de me ver chorar
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde.
::by Kallil 4:58 PM::
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:: Quinta-feira, Julho 27, 2006 ::
And essay for spat alexandrine sonnets possible words...
... ou Como não perder a concessão do seu blog por falta de atualização...
.. ou apenas "requentando".
Avoid sleep, fearing nitemares that come as a bad pressage
You could say my wishes they may be possible
And i surely don´t want yo die, no way!
Despite my beliefs and jokes time plays
I have to tell you i juste feel fine!
My lifetime desire; the thoughts i have
And have to disguise. Deny my old heart
desiluions, becoming the one i hate most:
the conscient walking soul that lies...
All the pieces that were not told
This state of spirit drown in doubts
Your hand - the saviour light helping me bear -
May be the pulled trigger. But fear you, shall i ?
The mist of pleasure and fright in one single beauty
The anphetamine i take and let in as a lullaby
The body and face of you(th), the future i curse for you
The smoothness of skin, giving me the chance to flow
The moons i spent waiting, they testify.
Never was your fist choice; what kills me most it to see you fading
in the black horizon of my eyes, grabbing worst choices than could be i
thru dirt, thru dead end passages, where the boys fear to tread
And why - oh, why?!- do i have to hold on
For things that could have been, and things that will get a start
Methinks a certain godliness cannot be broken
And for this -indeed- i decide to try
The same old desires, chasing my same old mind
Wondering of clustered blessed acts of mine
Allthough i keep going fine, i´m quite sure:
There´s a part of me left behind, and a trip to the past
May be not worth to risk my life, for the holly adventure
So many go and just a few come back to their houses
Close to you, dancing all night
´She Wants Revenge´ must play all around
Feeling your breathe, and feeling alive
Kissing at end is part of my plan...
Eye to eye, smelling your flesh
Cleaning my head, just focusing on now
See no one else (avoiding regrets...)
Always dreamt of you in my hands.
Lo ! All ye gaudy lovers! Hear me now!
All those beseeching perfect damsels
::by Kallil 11:30 PM::
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:: Terça-feira, Fevereiro 21, 2006 ::
New Visual, Old Style
bom, é isso pessoal, novo visual para o BLOG-33, com cara de vintage, mas bem estiloso, bom achoq por hora resolve bem isso aqui, hehehehhe no mais, Stay in School, lie to your teachers, but stay in school... hehehehheh
"We can't hear
Through the stereo's uproar
I can't hear exactly played what I abhor
So I'm tied
To the things I adore
It's drowning out
My mind's objective roar "
The Like - We Are Lost
::by SlashCrow 11:05 PM::
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:: Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006 ::
Perco os dias pensando em ti, tão linda.
Aceno um oi em vão, me sinto um trouxa;
me faço um perdedor. Penso que a tinha
e s´eu caio em mim, vazo; parto pr´outra....
Me imagino contigo: feliz, rindo...
Vou levando, iludido. És meu mál !
´Inda assim, tenho fé e esperança nisso;
Conjeturo pra beijar-te ao final.
Idealizo, vejo e te desejo.
Hoje te beijo (sim, faço de conta,
penso que a tenho aqui). Deixa eu sonhar...
Platão que o diga: Choro; não mereço!
Limpo a lágrima ao ver de longe a ponta
da estrela que vai n´outro céu brilhar.*
Ouvindo The Like. Muito. Valeu Guilt!
* Sim, influência de Pearl Jam ¿ Black.
::by Kallil 12:58 AM::
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:: Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006 ::
5ª feira - dia do demo!
"Monumento! Divina!"
Foi o que pensou quando a viu. Ela vinha de encontro na mesma calçada; calculou o ponto de encontro mais ou menos no portão do seu prédio. Os olhares cruzaram e ela apertou o passo. Ele hesitou. Ela abriu o portão e entrou, apressada. Ele correu, tentando pegar o portão antes de fechar. "Ela mora aqui! Nuussss..."- pensou.
Um estalado se ouviu. Não chegou a tempo. Apressou-se pra achar a chave do portão no bolso; podia vê-la já entrando no hall.
"Vaaaaai caralho!" - lamentava sobre a cópia malfeita da chave.
Entrou correndo, pulando degraus e abrindo a porta do prédio com o ombro.
Conseguiu! Chegou, a porta do elevador estava pra fechar.
Ela parecia não acreditar; arregalou os olhos e depois baixou-os, virando o rosto levemente para a esquerda.
Ele a tinha alcançado; suspirou... Sentia alívio enquanto apertava o andar. Arriscou fitá-la quando sentiu as pernas estremecerem.
"Já chegou?!? Merd.." - um pensamento rápido cortado pela curta viagem: ele morava no segundo andar.
_ Boa noite! Bom descanso... - foi toda sua expressão, num tom afinado e intenso.
_ *Humpf...
A porta do elevador se fechou atrás dele.
"Humpf..."?!?
...Vadia.
Só algo dú mál que saiu... ou Cuspido-Agressivo:
Sentes falta de algo? Procuras pelo que?
Cuspa todo teu mal; ejete todo teu peso.
Coisa aleitoada; coisa morta! Suba na mesa!
Deixa vazar toda palavra sem sentido. Cospe!
Livra-te do que a rodeia. Vai criatura!!
Arrisca! Sim, arrisca! Tudo que esfria teu ventre;
Chuta; Soco na caaara!! Isso! Golden Shower!
Beba! Sim, chapa-te, ó cousa clandestina!
Chama teu gorfo; abraça a parede!
Mantém essa porra à flor da pele!!
Fica de pé e sobe na mesa! Volta!
Fala!! Do que não te faz sentido!
Daquela merda que todo mundo parece saber!
Porra!! Chuta!!
Final alternativo:
Cái!! Agora quieta!
Baseado em parte no "How you see the World" - Coldplay.
SHE´S A BIG TEASER!!... Aaaaahhhhrg!..
::by Kallil 10:35 AM::
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:: Quarta-feira, Janeiro 18, 2006 ::
The way back home.
Mudarei o template em breve, obviamente.
Tenho comentado com um ou outro amigo sobre como algumas coisas têm me irritado. Estou intolerante com certos fatos; sem abstração. Acho (acho!) que descobri agora o que é, e até então não tinha conseguido dar nome.
Além de mentiras, traições, jogos, etc; descobri o que tem me deixado pra baixo ultimamente.
Situações/companhias que não me lembram que eu estou vivo; que não fazem me sentir vivo.
Sim, algo nostálgico que me dá a sensação de ver corpos sendo atingidos por um misto de vento com tempo, que vai levando a pele da pessoa até sobrar só um esqueleto sentado numa cadeira. É uma cena de filme trash a que passo a dar valor.
E qual é o sentido do prazer senão "dar vida" à pessoa ?
Qual a razão de estarmos em movimento se não percebermos que estamos vivos ?
Pois é. Esta tem sido minha intolerância; minha crítica.
Quando exalado, o amor pode ser percebido em qualquer situação a nossa volta. Entretanto, o amor é escasso sem vida. Não há doutrina Gótica/Pop que contrarie isso. Já tive fase(s) de ser apaixonado pela decadência; as músicas que nos elevavam a um torpor, como mortos andando e trombando em humanóides vazios. O milagre da transformação de sangue em morfina; a falta de cores em tudo e a morte do Sol. Já curti isso...
Entretanto, esse ambiente só fazia sentido enquanto me sentia vivo nele. Independente do amor. Aliás, boa parte da ausência de vida que presencio, sei que amo.
Poderia seguir a lógica do amor: uma vez exalado, contagia. Dá frutos.
Entretanto, o amor pra mim já é razoavelmente renovável hoje. A vida, não. A decepção nesse caso pode ser maior e vitalícia. Não é a perda de tempo, fôlego, paciência, energia em vão. É a inocuidade da ação, que faz sentir-se um nada; um absoluto vazio que estava tendo sentimentos, pensamentos e intenções este tempo todo como se fosse uma piada boba e rápida.
Sem falar nas teorias de que o tempo sem se consumido muito mais rapidamente que outrora...
Sei que é muito possível curtir o amar sem ser correspondido. Entretanto, viver sem sentir-se vivo, é uma bad trip alta demais pra mim. Para amar, preciso sentir a vida.
O amor não basta sem esse feedback. Uma ação sem qualquer reação.
É sentir-se bem numa companhia, num lugar, num clima, num tecido.
Ter boas sensações; isto é sentir-se vivo. E sua ausência tem me chateado. Em suma, só queria escrever que sei o que tem me matado: a ausência de vida.
::by Kallil 10:19 AM::
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:: Sexta-feira, Janeiro 13, 2006 ::
Em processo de retomada...
::by Kallil 9:49 AM::
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